Roger Sanz: a capa da edição 6 da revista Uomini
- Redação Uomini

- há 6 horas
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De São Vicente para o Brasil inteiro — o criador de conteúdo +18 fala sobre liberdade, amadurecimento precoce e a vida que escolheu viver sem filtros.

Roger Sanz / Capa da edição 6 da Revista Uomini / Foto: Felipe Gonçalves
Aos 20 anos, Roger Sanz já carrega uma história de vida que muitos levariam décadas para construir. Natural de São Vicente, no litoral de São Paulo, ele é daqueles que nasceram pisciano e vivem à altura: sensível, intuitivo e com uma energia que contagia quem está ao redor.
Antes mesmo de completar o ensino médio, Roger já havia se formado em informática, gestão empresarial, inglês básico e linguagem corporal — tudo isso com apenas 16 anos. A trajetória antecipada não foi acidente: a vida o ensinou cedo que a independência é uma construção diária.
"A vida me ensinou a ser independente cedo. Com isso adquiri experiências que me tornaram quem sou hoje — alguém com uma energia radiante que tenta absorver tudo de bom."
Quem é Roger fora dos holofotes
Entre uma sessão de musculação e uma corrida ao amanhecer, Roger encontra tempo para cozinhar — e faz questão de sublinhar que cozinhar, pra ele, é linguagem de afeto. "É uma das minhas demonstrações de amor e carinho por alguém", conta.
O prato de todo dia? Arroz e feijão com carne grelhada, legumes refogados na manteiga e suco natural. Mas a nostalgia mesmo vem de um prato de macarrão com molho de tomate e salsicha — receita da infância que ele devora até o fim da panela, sem cerimônia.
Amante da natureza e apreciador das pequenas coisas — Roger é o tipo de pessoa que se energiza tanto num pit stop quanto numa caminhada ao ar livre. Família, gratidão e fé são pilares que ele carrega com orgulho.
A trilha sonora da vida
A playlist de Roger é, como ele mesmo, sem fronteiras. Do funk ao MPB clássico, passando pelo pop internacional — a música acompanha cada momento. Quando está em casa sozinho, o eletrônico cede lugar ao MPB dos clássicos brasileiros — Rita Lee, Cássia Eller, Djavan, Caetano Veloso e Vanessa da Mata. "Depende muito do ambiente que estou", explica.
Autenticidade como escolha
Abertamente bissexual, Roger começou a trabalhar como acompanhante masculino aos 17 anos. Ele conta que a curiosidade foi o primeiro motor — mas foi no processo de se aceitar que encontrou o maior crescimento pessoal. "Depois que aceitei e decidi continuar nisso, minha vida ficou mais clara", reflete.
Hoje, Roger enxerga seu trabalho como troca genuína. Ele se descreve como um bom ouvinte, um ótimo conselheiro e alguém que se adapta naturalmente ao outro.
"Tenho bastante pra aprender ao longo dessa vida — mas com a história que já tenho, aprendi a ser grato e a viver da melhor forma que eu achar melhor."
Com 20 anos e um caminho que já acumula mais vivências do que muitos imaginam, Roger Sanz chega à capa da Uomini com uma mensagem simples: ser quem você é, sem desculpas, é o maior ato de coragem que existe.
Por trás das lentes
As imagens que ilustram esta edição foram capturadas por Felipe Gonçalves, fotógrafo da Entrelentes, na cidade de Santos, no litoral de São Paulo.
Com um olhar sensível e preciso, Felipe soube traduzir em cada clique a autenticidade e a energia que fazem de Roger Sanz um rosto impossível de ignorar — transformando luz, paisagem e personalidade em uma capa à altura da história que ele tem a contar.
Roger Sanz Instagram: @ohroger_dabaixada Twitter (X): @vcnt_777gs Entrelentes Instagram: @projetoentrelentes Twitter (X): @clubeentrelentes





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